Parlamento Europeu

  • Intervenção final de Cátia Benedetti, candidata residente nos Açores da CDU ao Parlamento Europeu

    Intervenção final de Catia Benedetti, candidata residente nos Açores da CDU ao Parlamento Europeu

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  • Candidata da CDU visita o Faial

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    No dia 17 de maio, Catia Benedetti, candidata da CDU ao Parlamento Europeu, percorreu a ilha do Faial a fim de contatar diretamente com a população das várias localidades. Através do diálogo com os residentes das diversas freguesias procurou-se esclarecer a importância das políticas da União Europeia no dia a dia das pessoas, procurando combater o desinteresse ou o desencantamento que se manifestam na cada vez mais elevada taxa de abstenção.

    A CDU procurou transmitir a mensagem central relativa a este assunto: abster-se, mesmo que as pessoas o façam pensando assim exprimir o seu protesto contra os muitos aspetos negativos das políticas regionais, nacionais ou europeias, nunca é uma escolha eficaz. Pelo contrário, a abstenção é o mais desejado dos votos para as forças políticas dominantes, pois as reforça e impede a mudança que só será possível se as pessoas concentrarem a sua escolha em quem de facto as representa.

  • Candidata da CDU visita as Flores

    Entre 14 e 16 de Maio, Catia Benedetti, candidata da CDU ao Parlamento Europeu, deslocou-se para a ilha das Flores. Ao longo dos três dias, para além dos numerosos contactos com a população e das visitas às instalações portuárias das Lajes e de Santa Cruz, foram mantidas reuniões de trabalho com a associação ambientalista AmbiFlores, com a Associação Agrícola da Ilha das Flores, com a Associação dos Pescadores Florentinos e com a Fábrica de Lacticínios da Cooperativa Ocidental.

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  • Candidata da CDU visita a Terceira

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    Cátia Benedetti, candidata da CDU ao Parlamento Europeu residente nos Açores, visitou a ilha Terceira. Da visita, constaram reuniões com a Biofontinhas e a Frutercoop e com a população, saindo a nota sobre a importância de investir nos transportes para poder desenvolver a agricultura e as pescas, para além de permitir o nosso direito à mobilidade, tanto dentro da região como para fora.

    A agricultura biológica, setor que pode dar um forte contributo para a economia regional e para a melhoria do emprego, é uma aposta de futuro. Sendo uma área de produção com fortes especificidades e de grande valor acrescentado, será essencial que os Açores preparem já o caminho para alargar esta experiência, com a promoção dos produtos que já existem e a urgente formação no modo de produção biológico.

    Por outro lado, a produção de flores e de fruta, em crescimento, exigem transportes aéreos e marítimos adequados em horários e serviço prestado, sem os quais não será possível a sobrevivência das explorações agrícolas, a longo prazo. A diversificação agrícola exige capacidade da região para o escoamento de todo o tipo de produtos – não sendo possível exportar flores, que sobrevivem pouco tempo, recorrendo à mesma estratégia de transporte dos produtos de longa duração.

    O direito ao transporte de mercadorias e de passageiros surge assim como uma das grandes questões do futuro da região, matéria onde tanto PS, como PSD, já demonstraram não ter soluções nem alternativas para garantir esta questão essencial!

     

     

  • Desenvolvimento da Graciosa exige aposta na sua produção

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    A CDU deslocou-se à Graciosa, com a candidata da CDU residente nos Açores, Cátia Benedetti, a defender a valorização das produções específicas da ilha.

    Da reunião com a Associação de Pescadores, ficou uma nota comum a todas as ilhas da região – são precisos apoios específicos para a pesca, não podendo ficar num fundo generalista, como o FEAMP, que desvaloriza a atividade piscatória.

    Também a produção de vinho, com a recuperação das vinhas, e o estímulo de produtos emblemáticos, como o alho e a meloa, requerem outra atenção, que a política europeia não dá – nem pretende dar! As propostas da CDU de revisão da PAC e de aumento dos apoios às regiões ultraperiféricas teriam permitido maiores investimentos e o escoamento da produção, dinamizando a ilha.

    A já antiga proposta da CDU de melhores transportes para a ilha, nomeadamente uma linha marítima, aliada às respostas que os produtores precisam, permitiria inverter o declínio populacional e económico da Graciosa, com melhores condições para a criação de emprego.

     

  • É preciso valorizar a pesca artesanal na Região

    cdu Pico 2Cátia Benedetti, candidata da CDU ao Parlamento Europeu, esteve no Pico em contactos com a população e em reunião com a Associação de Armadores da Pesca Artesanal do Pico. Nesta e noutras atividades faltam infraestruturas de apoio e transportes para escoar o produto da pesca que, como acontece nos Açores, é ecologicamente responsável porque não destroi os recursos marinhos.

    A entrada na União Europeia foi-nos vendida com a ideia de que estes problemas seriam resolvidos com os fundos europeus. No entanto, o que se verifica é a quase estagnação do investimento em melhores equipamentos, deixando quem produz um pouco "à sua sorte". Ao longo deste mandato, mais uma vez, a CDU levantou no Parlamento Europeu a urgência de dar resposta a estas e outras necessidades, valorizando e protegendo os produtores e a produção regional.

    Os milhares de questões, intervenções e propostas de alteração às políticas europeias esbarram sempre na mesma opção de sempre: quanto toca a escolher, a tão propagada "solidariedade europeia" prefere as grandes empresas europeias, em vez dos pequenos produtores.

    A visita à ilha terminou com um jantar de apoiantes.

     

  • Cátia Benedetti defende o direito à produção em São Jorge

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    Cátia Benedetti, candidata da CDU ao Parlamento Europeu, visitou a ilha de São Jorge. As reuniões e encontros serviram para recolocar em cima da mesa a urgência de investir na produção regional e na ilha, apostando sobretudo no leite e nas pescas, bem como nas indústrias transformadoras.

    O direito à mobilidade foi também assunto recorrente, com a exigência dos jorgenses de mais e melhores transportes.

    Estes problemas são há muito levantados pela CDU, tanto na Região como na Europa, com a defesa  da Conserveira Santa Catarina e da produção de queijo, bem como do reforço dos transportes marítimos e aéreos.

     

     

  • A intervenção sobre os Açores dos eurodeputados da CDU marcou por ser a mais intensa!

    CI CDUEm conferência de imprensa, a candidata da CDU ao Parlamento Europeu, Cátia Benedetti, fez o balanço do mandato dos três deputados da CDU. Ficou claramente demonstrado que o trabalho desenvolvido por estes destacou-se por ser o que mais atenção dá aos Açores, comparando com qualquer outro deputado.

    Fruto de uma estreita ligação à realidade concreta vivida pelas populações de qualquer zona do país, e graças ao seu método coletivo de trabalho, que mantém os seus eleitos em constante contato com a organização no terreno, a CDU não ignora as especificidades e as peculiares dificuldades sentidas no Arquipélago.
    Os eleitos da CDU no Parlamento Europeu tiveram uma atuação intensa e, nalguns setores, superior àquela de todos os outros deputados portugueses em conjunto, com as suas 576 intervenções em plenário, 4039 declarações de voto, 15 relatórios e 9 pareceres dos quais foram relatores, 86 relatórios e 104 pareceres dos quais foram relatores-sombra e, finalmente, 1262 perguntas às instituições da União Europeia.

    Foram evidenciadas algumas das iniciativas que visavam especificamente corresponder às exigências sentidas na Região, indicando qual a problemática económica ou social abordada: nas suas muitas visitas aos Açores, os deputados da CDU realizaram 73 reuniões de trabalho com agentes económicos das diferentes ilhas, instituições e entidades representativas do tecido social do arquipélago. Realizaram-se 23 encontros com pescadores, armadores e entidades ligadas às pescas, 21 reuniões especificamente mantidas com os produtores agrícolas, 9 encontros dedicados aos problemas da indústria transformadora e inúmeros outros que serviram para auscultar importantes interlocutores, como a NAV Portugal, o DOP da Universidade dos Açores, os investigadores e bolseiros do IMAR, o Clube Naval da Horta, as Câmaras de Comércio, entre outros.

    Foi também sublinhada a coerência e a clareza que distinguem a ação da CDU relativamente às políticas europeias, ilustrando com exemplos concretos as contradições em que outras forças incorrem. Devido à impossibilidade de se desligarem das famílias políticas às quais pertencem, outros deputados atuam com o seu voto e a sua participação no sentido oposto ao que declaram - nomeadamente tendo responsabilidades na destruição das pescas e da agricultura dos Açores, onde o voto a favor da destruição da produção regional não é coerente com a afirmação, cá, da sua defesa!

    A candidata concluiu afirmando que avaliar as diferenças entre a ação das diversas forças políticas e votar em consequência é a ação temida pelos grandes poderes, na medida em que quem vota pode alterar o estado das coisas e estragar os planos de quem pretende engaiolar a Europa numa estrutura, qual é a atual União Europeia, que cada vez mais claramente revela a intenção de atuar não em benefícios dos povos, mas sim do grande capital económico e financeiro, como o demostra o próprio projeto de aumentar em 1095% as despesas militares.

     

  • Notícia da RTP/Açores sobre a reunião de Cátia Benedetti com a Porto de Abrigo

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    Veja aqui a notícia do telejornal da RTP Açores sobre a reunião entre a candidata da CDU ao Parlamento Europeu, Cátia Benedetti, e a cooperativa de pescas Porto de Abrigo.

  • Cátia Benedetti é candidata da CDU ao Parlamento Europeu

    foto 1Cátia Benedetti foi apresentada este fim de semana como candidata da CDU ao Parlamento Europeu.

    A apresentação contou também com João Ferreira, 1.º candidato, Mariana Silva, também candidata, proposta pelo PEV, e Vítor Silva, coordenador regional da CDU. Na apresentação, João Ferreira salientou que todos os 28 deputados da CDU são também candidatos açorianos, como demonstra a atividade dos 3 atuais deputados da CDU no PE, apresentando cada um maior intervenção sobre os Açores do que os candidatos residentes.

    Das inúmeras visitas feitas ao longo deste mandato - como sempre acontece, aliás - os deputados da CDU desdobraram-se em perguntas à Comissão Europeia, propostas e intervenções em nome dos interesses regionais. Em todas as grandes questões, os deputados da CDU estiveram do lado dos Açores - na recusa do fim das cotas leiteiras, na política de pescas ou no apoio aos custos da insularidade, apenas para dar alguns exemplos.

    Do encontro saiu mais reforçada a convição de que, se o passado dos eleitos da CDU dá mais do que razões para saber o que estes valem quando toca a defender a Região, cada voto na CDU nas próximas eleições europeias será decisivo para dar mais força à intervenção confiante e determinada em defesa dos nossos direitos e interesses!

     

  • É possível romper com os constrangimentos ao crescimento dos Açores impostos por Bruxelas!

    FOTO M VIEGASA visita de Miguel Viegas ao Triângulo provou, mais uma vez, que só é possível outro futuro para a Região fora da política da União Europeia. Em particular, os constrangimentos à produção regional sentem-se ano após ano, sendo urgente eliminá-los para libertar os meios necessários ao investimento público e para permitir o crescimento económico e social.

    A visita do eurodeputado comunista serviu para demonstrar mais uma vez que as imposições da UE – seja pela dívida pública que afoga o crescimento, seja pelas regras do euro, desadequadas da realidade regional e nacional – não servem os interesses dos açorianos.

    No entanto, as reuniões e contactos que foram estabelecidos serviram também para demonstrar que outra política é possível – exigindo-se no imediato firmeza com Bruxelas, onde mais deputados do PCP podem fazer a diferença!

     

  • PCP visita a Ilha do Pico e apela para novas políticas de desenvolvimento.

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    Miguel Viegas, eurodeputado do PCP, acompanhado de Vítor Silva, coordenador do PCP/Açores e de outros responsáveis locais do partido, visitaram o Pico, tendo reunido com a CM da Madalena e visitado a Adega Cooperativa Vitivinícola e reunido com a sua administração.

    Por mais relevante que seja o turismo, para o Pico e para os Açores, a limitação da atividade económica a este setor não deixa de ser um sinal preocupante, tanto mais que essa realidade corresponde à estratégia económica do Governo dos Açores. É urgente um projeto de desenvolvimento integrado para o Pico e para os Açores, que dinamize os setores produtivos, como a produção agrícola, nomeadamente a vitivinicola, a atividade pesqueira e a indústria conserveira.

    No entanto, ao invés de assistirmos à aposta regional e da UE nestas atividades, vemos a deslocação de verbas para a segurança e defesa e o apoio à destruição da produção.

     

     

  • PCP afirma que o setor conserveiro regional tem enorme potencial, que deve ser aproveitado

    IMG 2797Miguel Viegas, Eurodeputado do PCP, visitou a ilha de São Jorge, acompanhado do coordenador do PCP/Açores, Vítor Silva, e António Machado, eleito na Assembleia Municipal das Velas. A comitiva reuniu com a associação de pescadores e a fabrica de Santa Catarina.

    As conclusões da visita expressam bem a limitação que a política da União Europeia significa para os Açores, neste caso com a ameaça de destruição das pescas em São Jorge, com o favorecimento da grande pesca predatória (cerco) e o prejuízo para a pequena pesca artesanal (seletiva). Este problema relaciona-se também com o fornecimento de atum para as conserveiras regionais, incluindo a Santa Catarina. Exemplo disso é o esgotamento da cota do atum patudo em apenas um mês.

    Ficou ainda claro que a solução para a Fábrica Santa Catarina não passará pela sua privatização, que virá a destruí-la a curto prazo, mas sim o investimento na sua modernização. Muito pelo contrário, será a sua manutenção na esfera pública que permitirá a dinamização da fábrica e o contributo que esta pode dar para o crescimento económico regional.

     

     

  • PCP em defesa da Produção Leiteira

    vacaO PCP chamou hoje a atenção para o agravamento da situação no setor leiteiro nacional, com efeitos particulares nos Açores, que podem mesmo levar à destruição de toda a capacidade produtiva. A nova redução do preço do leite à produção virá a contribuir para encerrar mais explorações, com efeitos que inevitavelmente se sentirão também nos Açores, mais tarde ou mais cedo.

    As medidas propostas pelo PCP e aprovadas na Assembleia da República tardam a ser implementadas pelo Governo, nomeadamente no combate à especulação que resulta da atividade das grandes distribuidoras. É ainda mais visível, a cada dia que passa, a necessidade de, ao nível da UE, implementar um sistema de regulação da produção e comercialização de leite. O fim das cotas leiteiras não teve outro efeito que não fosse o benefício dos grandes produtores.

    A situação atual é o resultado da política de direita, praticada por PS, PSD e CDS-PP, que aceitaram pacificamente o fim das cotas leiteiras, apesar do que afirmam no país e na região. Foi a política de redução dos rendimentos que levou ao abandono massivo de explorações nos últimos anos, em resultado da asfixia financeira dos produtores e dos apoios ao abandono da produção.

    Manifestando a sua solidariedade para com os produtores de leite, o PCP afirmou que a solução para os problemas do setor leiteiro passa pelo investimento, apoio e aumento dos rendimentos na produção, passa por uma política patriótica e de esquerda, onde a dinamização dos setores produtivos seja um fator de desenvolvimento regional e nacional!

     

  • Política Europeia continua a afetar negativamente produção regional

    O eurodeputado do PCP, Miguel Viegas, denunciou os efeitos negativos da política europeia na Região, nomeadamente na destruição da agricultura e das pescas, mas também na destruição e privatização de serviços públicos.

    Na sequência das visitas e encontros realizados, Miguel Viegas comprometeu-se a levar, mais uma vez, os problemas sentidos na Região até ao Parlamento Europeu, propondo e reclamando as soluções necessárias. Na visita, ficou novamente claro que o objetivo da UE não é melhorar a qualidade de vida dos Açorianos, mas sim agravar a desigualdade da distribuição da riqueza gerada, concentrando-a nos donos das grandes empresass multinacionais e nos países mais ricos - que sempre beneficiaram com a política europeia desde a sua fundação.

    Esta UE, que já demonstrou não ser reformável, é a mesma que disfarça esta política com apoios que, muitas vezes, resultam apenas na destruição da nossa produção.

     

  • Deputados do PCP levam problemas dos Açores à UE

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    O eurodeputado comunista, João Ferreira, voltou a levantar vários problemas sentidos na região, junto da Comissão Europeia, fazendo propostas que os possam resolver.

    Em causa, está a possibilidade de pesca de algumas espécies proibidas pela União Europeia, a necessidade de aumentar os rendimentos dos produtores de leite - esmagados pelo baixo preço pago pelo leite e pelos elevados custos de produção - e a necessidade de apoios específicos para a ilha do Pico.

  • Sessão Pública do PCP sobre a UE e as questões Europeias

    MViegas montagem webO PCP Açores irá realizar uma sessão pública no próximo dia 16 de Maio (4ª feira) às 18h00, no Bar-Restaurante M-Café, na Rua do Brum nº 31, no centro histórico de Ponta Delgada.

    Participam nesta sessão o deputado do PCP no Parlamento Europeu Miguel Viegas e o Coordenador Regional do PCP/Açores Vitor Silva.

    Em debate estará o próximo Quadro Financeiro Plurianual pós 2020 e os impactos que este terá na Economia Açoriana, o futuro do Euro e as propostas do PCP sobre os Açores no Parlamento Europeu. Em particular, serão abordadas as perspectivas do Orçamento Europeu para as Regiões Ultraperiféricas, as políticas de coesão, a politica agrícola comum e a politica comum de pescas, assim como as prioridades da Comissão Europeia para o próximo quadro 2021-20130 e os desequilíbrios económicos entre os países da UE.

    O PCP/Açores convida todos os que queiram estar presentes! Participa! É importante estarmos informados sobre as decisões que afetam o nosso presente e o nosso futuro! Esta será uma oportunidade para ser ouvido, e levar ao Parlamento Europeu a voz dos Açorianos e dos Micaelenses!

    Outro caminho é possível e urgente: Mais progresso, mais emprego, mais produção e justiça social.

  • Redução dos fundos de coesão europeus teve o apoio dos eurodeputados residentes nos Açores

    1O próximo quadro europeu trará um significativo corte nos fundos de coesão, que virá agravar o cenário criado com o fim das cotas leiteiras. Em tanto um, como no outro, os eurodeputados residentes nos Açores - erradamente chamados de "eurodeputados dos Açores" - deixaram sozinhos os Açorianos e os deputados da CDU. Quando foi preciso, preferiram dar o seu apoio e o seu voto à grande agroindústria europeia, afogando os produtores regionais. Pelo contrário, a CDU, no Parlamento Europeu tal como cá, defendeu e continuará a defender o aumento dos fundos de coesão e a criação de um novo mecanismo de regulação da produção de leite.

    É urgente corrigir a redução dos rendimentos dos produtores, que contrasta com o aumento dos lucros da grande indústria e da grande distribuição.

    A redução nos fundos de coesão choca com o aumento de 11 vezes para o militarismo e a guerra.

     

  • Não haverá futuro para a Região no quadro da União Europeia

    ci doraa 21jan2019A demonstração dessa conclusão do PCP é a destruição dos nossos setores produtivos, nomeadamente as pescas e a agricultura.

    A integração europeia e o Euro, desenhados para servir os interesses das potências dominantes (em particular, a Alemanha), não poderá contribuir para a construção de uma Europa, um País e uma Região assentes na paz, na cooperação e no desenvolvimento económico e social equilibrado e sustentado.

    Os deputados do PCP no Parlamento Europeu têm denunciado e levado inúmeras vezes os problemas sentidos pela Região, lutando pela justa compensação desta região ultraperiférica pelas consequências da política europeia. Nesse sentido, têm sido os que mais intervenção têm em prol dos Açores - tanto em número como em qualidade - mesmo comparando com os deputados ao Parlamento Europeu que residem na Região.

     

     

     

     

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