• Judite Barros - Cultura (XI Congresso)

    22

  • O PCP defende medidas excecionais para a Cultura

    culturaabr20

    O acesso generalizado à cultura não é um luxo, como alguns parecem pensar, mas um fator essencial na vida coletiva, induzindo avanços na própria economia e em toda a estrutura social. Apoiar a cultura não é um investimento sem retorno, mas sim uma intervenção estruturante.

    Contudo, por toda uma série de razões, que não se prendem exclusivamente com a dispersão geográfica do nosso território, na nossa Região o setor cultural é tradicionalmente frágil. Como já tivemos ocasião de afirmar, nas nossas nove ilhas existe um atraso de décadas na planificação e gestão do setor da cultura. A crise determinada pela Covid-19 agravou ulteriormente o quadro das dificuldades enfrentadas pelos agentes culturais.

  • Cultura: para tempos excepcionais medidas excepcionais

    culturaabr20

    Para os comunistas, a cultura não é um luxo ou um ornamento, mas é uma das vertentes fundamentais da democracia. No quadro de um mercado cultural caraterizado por produtos massificados que refletem a ideologia economicista dominante, em formas degradadas que nada acrescentam ao desenvolvimento pessoal dos seus consumidores – veja-se o exemplo dos tantos produtos televisivos que representam uma ofensa à própria inteligência do espetador – é mais do que nunca indispensável manter elevados padrões de exigência cultural e crítica. Passa pela cultura a resistência à massificação populista e alienante.

  • Terceira. Pelo reforço do investimento na Cultura

    [Nota de Imprensa]

    2_candidata_da_Terceira_-Maria_Gouveia__carnaval_2020_1.jpeg

    A cultura é um dos pilares de uma sociedade desenvolvida, que saiba aliar a preservação das próprias tradições e identidade à necessária evolução social. A ilha Terceira é reconhecida pelos seus espetáculos e festas. Para assistir a este espetáculo, turistas de todo o lado e açorianos de todas as ilhas deslocam-se à Terceira.

  • CDU Açores defende o reforço urgente do orçamento para a cultura

    Teatro Faialense

    Garantir o direito à cultura é uma obrigação do Estado e dos poderes públicos, sejam eles nacionais, regionais ou locais. Este imperativo, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é o reconhecimento não só do valor intrínseco da cultura como também da sua importância para o desenvolvimento dos indivíduos e das sociedades.

    A CDU entende que a cultura é um dos principais pilares das comunidades, ligando-as na consciência coletiva da sua identidade, preservando os valores da ética, da paz e da coesão social. A cultura foi sempre, ao longo da História - e é agora, no complexo momento histórico em que vivemos - um bastião da liberdade, da resistência e da esperança tão necessárias à transformação.